Pensamentos e palavras de Celso Costa

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Reclamação

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Já reparou como a gente gosta de ficar reclamando sempre? Fala a verdade, é uma tremenda perda de tempo né? E uma prova incontestável do nosso egoísmo também. Por que por pior que esteja a sua situação, pode ter certeza que tem muita gente muito pior…

É uma questão de foco: se você focar nos problemas, dar ênfase somente às coisas que dão errado, nunca vai focar no “x” da questão, que é solucionar o que te aflige e seguir adiante, olhando sempre pra frente com uma perspectiva realista e positiva.

Por que em vez de ficar reclamando você não começa a fazer um exercício simples: só falar do que é bom por um determinado período. Resista à tentação de lamuriar… você vai perceber que não é fácil, mas vai notar também os resultados dessa visão e atitude positivista na sua vida.

Quando você sorri pra vida, ela retribui com outro sorriso, essa é uma verdade comprovada. Você vive muito melhor, adquire novas amizades facilmente, enxerga novas possibilidades muito mais rápido.

Deixe as reclamações de lado e confie na inteligência divina. Deus nos deu o livre arbítrio para que nossas atitudes com os outros e a  sua vida se transformem em resultados equivalentes para você mesmo. A recíproca é equivalente e verdadeira. Tudo depende de como você age e o quanto você confia nisso.

Minha vida, assim como a sua, não é um mar de rosas. Entretanto eu escolhi concentrar meu olhar no que eu tenho de bom, e notei o quanto eu sou abençoado todos os dias, e como é bom poder pensar assim. Dessa forma meus problemas ficaram mais leves, por que carrego comigo a certeza de que eles serão resolvidos, demore o tempo que demorar. Não deixo uma dificuldade alcançar um tamanho maior que o seu tamanho real. Qualquer escalada que você faça, até a mais alta montanha ou numa escada de três degraus é composta por passos, pequenos e únicos passos. A velocidade com que você vai percorrê-los com sua determinação e atitude é que resultará no tempo que você vai gastar pra alcançar o seu objetivo.

Pensa nisso hoje.

Obrigado pela audiência. Até a próxima!sorria

Escrito por Celso Costa

Julho 13, 2009 em 11:02

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Persistência

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Nas lutas diárias da vida, lembre-se de que tudo tem um tempo próprio para realizar-se.

A árvore mais alta do mundo, um dia foi semente.

O mar gigantesco é formado por pequenos rios que despejam suas águas em um encontro marcado.

A hora do relógio é formada por segundos que se juntam para formar o minuto.

A casa mais bela e rica, um dia foi apenas projeto.

Assim, tudo segue um cronograma e na Lei Divina nada segue aos pulos ou com privilégios, tudo é justiça pura.

Sabendo que o mundo é construído por etapas, que tudo está em seu devido lugar e no devido momento certo, não abandone seus sonhos, não desistas de lutar pelo seu crescimento.

Refaça seus planos se preciso for, ajuste-o ao momento atual e se agarre com Deus.

Acredite na sua força, mas acredite também que você nunca está sozinho; em nenhum momento os anjos te abandonaram, talvez você não tenha deixado eles se aproximarem, mas eles sempre estarão perto de você.

Não se assuste com as atitudes das pessoas que te cercam; nem sempre elas estão no seu melhor dia, e todos nós temos o direito de estarmos chateados ou até tristes e sem vontade de falar com ninguém.

Portanto, respeite o indivíduo que existe em cada pessoa; não crie expectativas com a vida dos outros, você acaba se machucando e fazendo com que as pessoas se sintam responsáveis por atitudes que só você esperava, que você nem sequer comunicou a pessoa interessada, apenas desejou em seu íntimo.

TUDO TEM SEU TEMPO!

E o seu tempo de plantar é todos os dias; é a cada minuto. Semeie amor, distribua sementes de carinho e em breve você irá ter a maior colheita de felicidade que um ser humano pode ter.

Nada supera o amor, velhas mágoas desaparecem sob a ação do amor; inimigos se abraçam em nome do amor; parentes afastados se reencontram em nome do amor, e você será abençoado pelo amor que Deus derrama, todos os dias,
sobre a sua cabeça em sinal de que Ele acredita em você, sempre!

 

Texto: Paulo Roberto Gaefke

Coloquei aqui por que era o que eu precisava ouvir hoje, espero que lhe seja útil também.

Obrigado pela audiência! Até a próxima.

Escrito por Celso Costa

Junho 15, 2009 em 16:01

Publicado em Sem categoria

Vergonha

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vergonhaHoje vou dedicar esse espaço para falar sobre mais esse sentimento tão comum na vida da gente.

Quando você ouve a palavra vergonha, sempre se remete primeiro à transposição dos valores morais, vistos como o alicerce da nossa sociedade.  A primeira vergonha que identificamos é a vergonha alheia. A nossa própria vem sempre depois.

Eu particularmente me envergonho muito de muitas coisas na vida. Me envergonho de ter construído certas ilusões e por acreditar nelas por tanto tempo. Me envergonho por diversas vezes me abster de falar o que pensava pelos mais diferentes e ridículos motivos.  Como eu gostaria de ter falado certas coisas que nunca falarei. Mas é justamente aí que eu queria chegar. A VERGONHA DE NOSSAS FALHAS JÁ COMETIDAS NOS IMPEDE DE COMETÊ-LAS DE NOVO.

É um exercício de humildade (que pra mim é a mais bela e sábia das virtudes), admitirmos que erramos e termos vergonha disso. Devemos sempre nos permitirmos envergonhar-se e admitirmos que somos seres falíveis, sem que isso atinja nossa dignidade e amor próprio.

Sinto muitas vergonhas que gostaria de dividir com você que lê esse texto:

Tenho vergonha de ter elegido e depois culpado (como se a culpa não fosse minha também), a maioria dos políticos em que eu votei, por exemplo. Percebi, assim como João Ubaldo Ribeiro no texto que publiquei aqui, que o nosso povo tem exatamente os governantes que merece. Me envergonho de ter demorado tanto para perceber isso.

Tenho vergonha por não ter admitido que errei por muitas vezes por simples orgulho. Mas creio que essa vergonha eu posso reverter em atitudes melhores no futuro. Tenho vergonha de ter sido orgulhoso no passado, na mesma proporção que tenho orgulho de ter me envergonhado disso.

Tenho vergonha por não ter me esforçado como deveria muitas vezes por pura preguiça. Essa é daquelas que não me orgulho, embora admita que foi uma das mais recorrentes das minhas falhas.

Aliás, admitir as suas fraquezas e reconhecer suas virtudes e valorizá-las (principalmente pra dentro de si), são atitudes que nos permitem evoluir como seres humanos.

Procure olhar pra si mesmo em busca daquelas coisas que te envergonha. Isso vai fazer com que cada vez menos você tenha vergonha de si. Reconheça suas falhas e torne-as combustível para seu sucesso. Ah, e também não tenha vergonha de ser um vencedor.

Obrigado pela audiência. Até a próxima.

Escrito por Celso Costa

Maio 2, 2009 em 4:09

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Novidade na área!

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novidade1É impressionante como a gente dá valor nas novidades. O ser humano moderno adora o novo, quer sempre saber primeiro.

Eu andei meio sumido daqui do meu blog de pensamentos e palavras. Não por que nada novo aconteceu, mas porque não estava muito propenso a falar do que estava pensando ou sentindo. Sou assim mesmo, as vezes me recolho.  Isso não é novidade.

A minha preocupação com essa história do “novo” é só uma: a gente não pode só viver de coisas novas, deixando pra trás experiencias que nos são importantes, que fazem parte daquilo que somos. É um exercício muito difícil, afinal a tentação é grande. 

De nada vale um novo amor, por exemplo, se nós cometemos sempre os mesmos erros que nos anteriores. E nesse caso ainda cabe uma séria observação pra que dentro da gente,  pra ver se só o que nos atrai é consistente e se vale a pena ou só é novo, diferente.

Ando sondando muito as minhas motivações. Eu sempre gostei de novidades, e tenho que ficar atento em tudo que acontece no mundo, afinal, meu trabalho envolve também ser um difusor de informações, um elo acelerador de novos mundos que se abrem a quem me ouve.

Mas ando separando as coisas, não quero só novidade. Quero o que me faz bem. Esse é o filtro que devemos por em prática. Engraçado pensar desse jeito bem nesse momento da minha vida, por que eu deveria é estar caçando algum rumo novo pra algumas áreas da minha vida, mas tá valendo sso mesmo.

Obrigado pela audiência. Até a próxima!

Escrito por Celso Costa

Abril 26, 2009 em 20:10

Publicado em Sem categoria

Monstros?

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monstrosResponda com sinceridade: você acredita que cultiva alguns monstros dentro de si?

Respondo por mim. Eu tenho vários monstros que cultivo e, volta e meia um destrói o outro, assim como novos “mostrinhos” surgem sempre.

Parece assustador né? Mas não é. O PERIGOSO É ALIMENTAR O MONSTRO ERRADO.

Explico: alguns monstros que guardamos dentro da gente (e pode crer, estou incluindo os que estão aí,dentro de você…) só crescem por que a gente permite. O monstro da inveja (esse é quase eterno), o da cólera, o da indiferença, o da injustiça – só pra citar os mais comuns - eles só crescem e tomam conta se a gente der alimento pra eles. E quanto mais a gente da comida pra esses bichinhos, mais famintos eles ficam, pois são nesses momentos que eles comem os outros monstros que estão ali pra nos ajudar.

Não estou ficando maluco não, existem monstros que moram no nosso interior que sem os quais não evoluímos.  O QUE FALTA ÀS VEZES É UM OLHAR MAIS APURADO PRA DENTRO DE NÓS. O monstro do medo é um desses. Não veja omedo como um monstro mau, ele é o que permite que desenvolvamos nosso instinto de sobrevivência, por exemplo, desde a pré-história. É o monstrinho que incita a nossa criatividade, que nos faz enxergar novas possibilidades nas horas de desespero. Não podemos alimentá-lo demais, mas temos que suprí-lo para que ele não morra, pois certamente se isso acontecer, o mesmo acontece com a gente.

Alguns monstros que nós alimentamos não tem a menor utilidade, mas como parecem não atrapalhar, volta e meia damos a eles algumas migalhas para que eles fiquem por perto. Nessa categoria estão o monstro da apatia e do desânimo (primos em primeiro grau um do outro, inclusive) só existem para criar limitações. Podem não parecer monstros, mas o são com certeza, por que esses dois facilmente nos cegam às possibilidades e oportunidades novas que surgem em determinados momentos da vida. Se eles estão fortalecidos, matam a nossa determinação e alimentam o monstro da covardia. Esse sim é extremamente nocivo.

O ideal é buscar um equilíbrio, através de uma observação atenta para as coisas da vida. É melhor cuidar e domar seus próprios monstros e não fixar seu olhar para os monstros alheios, mesmo que  a tentação seja grande. É que osmontrosdas outras pessoas são muito mais visíveis que os nossos. Outra diferença é que só os alimentaremos se os seus “donos” permitirem.

Obrigado pela audiência! Até a próxima!

Escrito por Celso Costa

Março 17, 2009 em 3:03

Publicado em Filosofia, Pensamentos

Texto de João Ubaldo Ribeiro

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Não é de uso comum,mas hoje quero começar a semana com um texto do escritor João Ubaldo Ribeiro, chamado ” Falta Educação”. VALE REALMENTE A PENA REFLETIR SOBRE O ASSUNTO.

joao_ubaldo_ribeiro_4” Precisa-se de Matéria-Prima para construir um País”

A crença geral anterior era que Collor não servia, bem como Itamar e Fernando Henrique. Agora dizemos que Lula não serve. E o que vier depois de Lula também não servirá para nada.

Por isso estou começando a suspeitar que o problema não está no ladrão corrupto que foi Collor, ou na farsa que é o Lula. O problema está em nós. Nós como POVO. Nós como matéria-prima de um país.

Porque pertenço a um país onde a “ESPERTEZA” é a moeda que sempre é valorizada, tanto ou mais do que o dólar. Um país onde ficar rico da noite para o dia é uma virtude mais apreciada do que formar uma família, baseada em valores e respeito aos demais. Pertenço a um país onde, lamentavelmente, os jornais jamais poderão ser vendidos como em outros países, isto é, pondo umas caixas nas calçadas onde se paga por um só jornal, E SE TIRA UM SÓ JORNAL, DEIXANDO OS DEMAIS ONDE ESTÃO.

Pertenço ao país onde as “EMPRESAS PRIVADAS” são papelarias particulares de seus empregados desonestos, que levam para casa, como se fosse correto, folhas de papel, lápis, canetas, clipes e tudo o que possa ser útil para o trabalho dos filhos… E para eles mesmos.

Pertenço a um país onde a gente se sente o máximo porque conseguiu “puxar” a tevê a cabo do vizinho, onde a gente frauda a declaração de imposto de renda para não pagar ou pagar menos impostos.

Pertenço a um país onde a falta de pontualidade é um hábito. Onde os diretores das empresas não valorizam o capital humano. Onde há pouco interesse pela ecologia, onde as pessoas atiram lixo nas ruas e depois reclamam do governo por não limpar os esgotos. Onde nossos congressistas trabalham dois dias por semana para aprovar projetos e leis  que só servem para afundar o que não tem, encher o saco do que tem pouco e beneficiar só a alguns.

Pertenço a um país onde as carteiras de motorista e os certificados médicos podem ser “comprados”, sem fazer nenhum exame.

Um país onde uma pessoa de idade avançada, ou uma mulher com uma criança nos braços, ou um inválido, fica em pé no ônibus, enquanto a pessoa que está sentada finge que dorme para não dar o lugar.

Um país no qual a prioridade de passagem é para o carro e não para o pedestre.

Um país onde fazemos um monte de coisa errada, mas nos esbaldamos em criticar nossos governantes.

Como “Matéria-Prima” de um país, temos muitas coisas boas, mas nos falta muito para sermos os homens e mulheres de que nosso País precisa.

Esses defeitos, essa “ESPERTEZA BRASILEIRA” congênita, essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui até converter-se em casos de escândalo, essa falta de qualidade humana, mais do que Collor, Itamar, Fernando Henrique ou Lula, é que é real e honestamente ruim, porque todos eles são brasileiros como nós, ELEITOS POR NÓS.

Nascidos aqui, não em outra parte. Entristeço-me. Porque, ainda que Lula renunciasse hoje mesmo, o próximo presidente que o suceder terá que continuar trabalhando com a mesma matéria-prima defeituosa que, como povo, somos nós mesmos. E não poderá fazer nada! Não tenho nenhuma garantia de que alguém o possa fazer melhor. Mas enquanto alguém não sinalizar um caminho destinado a erradicar primeiro os vícios que temos como povo, ninguém servirá.

Nem serviu Collor, nem serviu Itamar, não serviu Fernando Henrique, e nem serve Lula, nem servirá o que vier.

Qual é a alternativa? Precisamos de mais um ditador, para
que nos faça cumprir a lei com a força e por meio do terror?

Aqui faz falta outra coisa. E enquanto essa “outra coisa” não comece a surgir de baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do centro para os lados, ou como queiram, seguiremos igualmente condenados, igualmente estancados… Igualmente sacaneados!

 É muito gostoso ser brasileiro! Mas quando essa “brasilinidade” autóctone começa a ser um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento como Nação, aí a coisa muda…

Não esperemos acender uma vela a todos os Santos, a ver se nos mandam um Messias. Nós temos que mudar! Um novo governante com os mesmos brasileiros não poderá fazer nada!! Está muito claro… Somos nós os que temos que mudar!

Agora, depois desta mensagem, francamente decidi procurar o responsável, não para castigá-lo, senão para exigir-lhe (sim, exigir-lhe) que melhore seu comportamento e que não se faça de surdo, de desentendido. Sim, decidi procurar o responsável e ESTOU SEGURO QUE O ENCONTRAREI QUANDO ME OLHAR NO ESPELHO.

“O GOVERNO SOMOS NÓS, OS POLÍTICOS, NEM TANTO ASSIM.” (Paulo Busko). MEDITE!!! E eu acrescento: o que nos falta é EDUCAÇÃO!

Obrigado pela audiência! Até a próxima!

Escrito por Celso Costa

Março 15, 2009 em 11:44

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Aprendendo com o mar

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marzaoNão posso ser chamado de especialista nas coisas do oceano, entretanto após uma breve convivência com o mar, aprendi algumas lições muito interessantes.

Percebi que o mar é um incansável lutador.  Ele passa o tempo todo lutando para aumentar seu território, lançando suas ondas contra a areia, numa tentativa constante de chegara à terra firme.

Isso me fez perceber o poder de nossos desejos. Algumas pessoas são como o mar, não desistem nunca, passam a vida toda desejando alguma coisa e pouco a pouco lançam suas vontades conta seu objetivo, com  a mesma insistência das ondas o oceano.

Assim como as pessoas, por vezes o mar se irrita e ultrapassa seus limites causando muitos estragos em terra firme. Daí aprendemos uma lição importante: NEM TUDO O QUE DESEJAMOS PODE SER NOSSO, para tudo na vida existe um limitação proposital, para que exista uma harmonia em tudo o que existe. O poder de nossos desejos deve estar sob nosso controle. E antes de desejarmos alguma coisa, deveremos observar as conseqüencias dessa vontade.

Aprendi também uma lição sobre fé. Quando se caminha pela praia, existem duas opções. ou andamos sobre a areia fofa, pesada, ou caminhamos mais próximo da água, onde a areia está úmida e mais firme, e conseguimos chegar mais longe mais rápido e com menos esforço. Entretanto,para se caminhar mais próximo ao oceano, devemos permitir que ele toque nossos pés sempre que ele quiser, com suas ondas. 

Assim é nossa vida: se quisermos caminhar por ela com mais facilidade, devemos permitir que Deus toque nossa alma, devemos nos permitir ser refrescados com as glórias divinas. QUANTO MAIS DISTANTE DE DEUS, MAIS DIFÍCIL É A CAMINHADA. Deus só quer ter seus filhos por perto, próximos à Ele, para poder tocá-los a qualquer momento. A escolha é sua! 

Obrigado pela audiência. Até a próxima.

Escrito por Celso Costa

Março 13, 2009 em 17:14

Publicado em Pensamentos

Começando e recomeçando…

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microfoneTeste….som… teste… tá ótimo!

Pra começar, é um prazer ter você aqui hoje no meu novo blog.

Apesar do nome, a idéia não é tratar aqui de assuntos relacionados ao rádio, ou locução, musicas, ou qualquer equivalente do gênero (apesar de que é possível que esses assuntos apareçam  de vez em quando,  pois são partes importantes do que sou).

A ídeia principal desse espaço é conter observações acerca da vida,  feitas à partir de meu olhar nas coisas,  pessoas ou fatos que existirem ou que  eu imaginar.

É uma compilação da minha experiência de vida, traduzida (ou não) em palavras,ou seja, um pouco sobre o que se passa na minha cabeça à medida do que vou vivendo. Resolvi dividir um pouco disso com outras pessoas por que aprendi que as experiências de um outro ser humano podem servir como exemplo (bom ou não) e aprendizado para a vida. Boa leitura!

Escrito por Celso Costa

Março 10, 2009 em 1:18

Publicado em Sem categoria